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segunda-feira, 29 de outubro de 2018

CONSUMARAM-SE AS PREVISÕES

Como já era esperado, a direita voltou ao poder, mais por incompetência  dos políticos de esquerda do que pela competência de seus líderes. Saltava aos olhos de qualquer analfabeto político,  que, se pelo menos  dois de seus principais partidos, o PDT de Ciro Gomes e o PT de Haddad tivessem se unido em torno de um candidato único, que poderia ter sido escolhido através de uma sondagem pública, ou mesmo através de conversações entre ambos os partidos, ainda no primeiro turno,  o resultado desta eleição teria sido bem diferente.  Estava bem claro que Lula não teria tempo suficiente para transferir seus votos para Haddad. As próprias pesquisas dos diversos institutos como Datafolha e Ibope confirmavam isso ainda no primeiro turno, indicando uma rejeição de Haddad muito próxima da de Bolsonaro, enquanto a rejeição a Ciro  era baixa e indicava, no caso de um segundo turno uma vitória deste sobre Bolsonaro com uma diferença de mais de 5 pontos percentuais.

Porém, mais uma vez não houve essa união da esquerda, e a direita volta ao poder depois de mais de 13 anos de governo petista que foi sempre travado pelas grandes corporações nacionais e internacionais e pelo preconceito ainda existente numa sociedade influenciada pelos padrões anglo-americanos.  Mas, o PT também cometeu alguns erros nos seus programas sociais na sua ânsia de ajudar os mais pobres.
  
Agora com o país dividido ao meio e com a aproximação à política de Donald Trump, as possibilidades de uma guerra com a Venezuela são reais e tenebrosas, pois a Rússia pode vir em apoio ao país vizinho,  tal como fez na Síria de Bashar al-Assad.    
Enfim, vamos torcer para que o sr. presidente Bolsonaro entenda e conheça melhor a nossa cultura e a índole boa de nossa gente para vivermos quatro anos de muita paz e progresso, pois o que está em jogo agora é a preocupação com o social, com os  desempregados, com os aposentados, com os enfermos, com a segurança, com a fome, com a injustiça! Violência não se combate com violência ! Violência se combate com livros e uma mídia séria!

 JPL






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sexta-feira, 26 de outubro de 2018

TEMPORAL DE NOTÍCIAS FALSAS À VÉSPERA DAS ELEIÇÕES

Faltando dois dias para a eleição presidencial no Brasil, o clima está realmente muito tenso com uma enxurrada de notícias falsas, envolvendo os candidatos Jair Bolsonaro e Haddad e pior envolvendo países como EUA, Rússia, Irã e até a própria China, com afirmações de que os EUA estariam trabalhando para Bolsonaro e Rússia China e Irã para o Haddad, através da Venezuela. Uma enxurrada de mentiras, que os inimigos da paz aproveitam para semear o ódio entre venezuelanos e brasileiros para incrementarem a venda de armas e aumentar a dependência econômica do Brasil e da Venezuela em relação aos banqueiros internacionais. 
Realmente a Rússia não nega apoio moral à Venezuela e se não fosse ela, os EUA, já teriam derrubado Maduro, tal como acontece na Síria, onde Assad conseguiu derrubar os rebeldes e os terroristas apoiados pela coligação americana. Mentiras sim, pois o apoio à Venezuela por parte dos socialistas russos ou chineses, por enquanto é apenas moral.

Os EUA querem por que querem derrubar o governo venezuelano, porque a Venezuela é o 4º país do mundo em produção de Petróleo. E neste momento dada a sua tendência belicista, Bolsonaro cairia como uma luva para através de uma guerra desta com o Brasil eles conseguirem seu intento. Portanto, fiquem de olho eleitores brasileiros, pensem bem na hora de dar seu voto. Pensem no futuro de vossos filhos, netos, maridos e principalmente de nossas crianças, pois mesmo que o PT  saia triunfante nas urnas , virão dias muito tristes para o Brasil devido à ganância desmedida daqueles que se dizem donos do mundo e que tudo farão para que o Brasil nunca seja uma potência mundial. Lembrem-se que em política temos que escolher sempre o menos pior e neste momento o menos pior é sem dúvida aquele que defende o trabalho e não o grande capital internacional! Pense nisso, não deixe que o Brasil perca sua identidade luso brasileira e se transforme num desses Yemens da vida!!!          

JPL  

domingo, 21 de outubro de 2018

CONHEÇA AS PRINCIPAIS PROPOSTAS DE GOVERNO DO CANDIDATO JAIR BOLSONARO

Ele promete uma gestão formada por pessoas que tenham compromisso com o Brasil e com os brasileiros.Resultado de imagem para jair bolsonaro e general mourão

Em primeiro lugar nas Eleições 2018, o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, segue o plano de governo chamado de O Caminho da Prosperidade.
O presidenciável propõe uma gestão “decente, diferente de tudo aquilo que nos jogou em uma crise ética, moral e fiscal. Um governo sem toma lá dá cá, sem acordos espúrios. Um governo formado por pessoas que tenham compromisso com o Brasil e com os brasileiros”.
 
A promessa é a de realizar um governo liberal democrata, tendo como prioridade a segurança, a saúde e a educação. O candidato do PSL também destaca que terá “tolerância zero com o crime, com a corrupção e com os privilégios.
A ideia de focar no liberalismo como solução econômica para o país, é porque este “reduz a inflação, baixa os juros, eleva a confiança e os investimentos, gera crescimento, emprego e oportunidades”.
O texto destaca ainda que o problema atual do Brasil é o legado deixado pela gestão do PT, que culminou no deficit primário R$ 139 bilhões em 2019. A meta é reduzir esse número para equilibrar as contas públicas e ao mesmo tempo “organizar e desaparelhar as estruturas federais”.
O presidenciável também promete reduzir o número de ministérios, considerado “ineficiente” e que não atende “os legítimos interesses da Nação”. O plano aponta que a grande quantidade de pastas tem apenas o intuito de promover um loteamento do Estado para atender demandas políticas.

Os principais pontos:

SAÚDE

Para a Saúde, o candidato do PSL promete melhorar o uso dos recursos na área. Uma das propostas é unificar o prontuário dos pacientes de maneira nacional, para que ele possa ser acessado por outros médicos de diferentes postos de atendimento ou hospitais em consultas futuras. Um dos campos será grau de satisfação do paciente. A medida iria reduzir os custos na área e permitir uma cobrança no desempenho dos profissionais de saúde.
Outra das ideias é realizar um credenciamento universal dos médicos, permitindo que toda força de trabalho da saúde possa “ser utilizada pelo SUS, garantindo acesso e evitando a judicialização. A intenção é permitir às pessoas maior poder de escolha, compartilhando esforços da área pública com o setor privado. Todo médico brasileiro poderá atender a qualquer plano de saúde”.
O plano ainda prevê a criação de um cargo de médico do estado, que irá atender em áreas carentes do Brasil, o aperfeiçoamento do treinamento de agentes comunitários de saúde para que possam atuar na área de prevenção e ainda a permissão para que as famílias de médicos cubanos possam imigrar para o Brasil.

EDUCAÇÃO

Bolsonaro planeja modernizar a educação e para isso, pretende expurgar a ideologia de Paulo Freire, utilizada atualmente. Ele planeja ainda alterar a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e acabar com a aprovação automática. Outro foco será dado na questão de disciplina dos alunos na sala de aula.
O candidato planeja integrar o ensino superior, gerido em sua maioria pelo governo federal, o ensino médio, de responsabilidade dos governos estaduais, e o ensino básico, a cargo dos municípios. A ideia é permitir a qualificação de alunos e professores nas áreas em que existe carência, assim como detectar e corrigir as falhas no processo de formação dos alunos.
No ensino superior, Bolsonaro planeja estimular o ensino do empreendedorismo em todos os cursos, para fazer com que o jovem possa sair “da faculdade pensando em como transformar o conhecimento obtido em produtos, negócios, riqueza e oportunidades”.
As pesquisas em universidades também serão focadas na atuação com empresas, de modo que cada região do Brasil possa se concentrar em suas “vantagens comparativas”.
SEGURANÇA
Na questão da segurança, o plano de governo de Jair Bolsonaro apresenta dados de criminalidade no Brasil e em outros países e os compara com a liberação das armas de fogo, um dos principais pontos de sua campanha.
O texto também destaca os crimes violentos no Brasil e aponta que a Esquerda está mais preocupada com as mortes decorridas em ações policiais do que com os assassinatos de agentes de segurança.
Bolsonaro então propõe oito tópicos “para reduzir os homicídios, roubos, estupros e outros crimes”:
1 – Investir fortemente em equipamentos, tecnologia, inteligência e capacidade investigativa das forças policiais.
2 – Prender e deixar preso! Acabar com a progressão de penas e as saídas temporárias!
3 – Reduzir a maioridade penal para 16 anos!
4 – Reformular o Estatuto do Desarmamento para garantir o direito do cidadão à LEGÍTIMA DEFESA sua, de seus familiares, de sua propriedade e a de terceiros!
5 – Policiais precisam ter certeza que, no exercício de sua atividade profissional, serão protegidos por uma retaguarda jurídica. Garantida pelo Estado, através do excludente de ilicitude. Nós brasileiros precisamos garantir e reconhecer que a vida de um policial vale muito e seu trabalho será lembrado por todos nós! Pela Nação Brasileira!
6 – Tipificar como terrorismo as invasões de propriedades rurais e urbanas no território brasileiro.
7 – Retirar da Constituição qualquer relativização da propriedade privada, como exemplo nas restrições da EC/81.
8 – Redirecionamento da política de direitos humanos, priorizando a defesa das vítimas da violência.
ECONOMIA
O plano de governo do candidato deixa claro que sua prioridade será “gerar crescimento, oportunidades e emprego, retirando enormes contingentes da população da situação precária na qual se encontram”. Para alcançar o resultado, estabelece como foco o controle fiscal, se afastando de políticas populistas, e o controle da inflação.
Uma das propostas é a de dividir a área econômica em duas, o Ministério da Economia e o Banco Central atuando de forma independente.
A nova pasta seria criada a partir da junção dos ministérios da Fazenda, do Planejamento e da Indústria e Comércio, assim como a Secretaria Executiva do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). Os bancos públicos, a Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) seriam vinculados à nova pasta.
O documento também destaca um plano de privatizações de empresas públicas. Os recursos arrecadados deverão ser utilizados para a redução da dívida pública brasileira.
Na questão da Previdência, Jair Bolsonaro defende a adoção de um modelo de capitalização, funcionando em paralelo com o atual, que será reformado.
Apresenta ainda uma unificação de tributos, que também serão simplificados. Com a medida, o candidato planeja trabalhar pela redução de impostos no futuro.
Outro destaque será a criação de uma nova carteira nas cores verde e amarela. Ela será voluntária para todos os trabalhadores e permitirá a “todo jovem que ingresse no mercado de trabalho escolher entre um vínculo empregatício baseado na carteira de trabalho tradicional (azul) – mantendo o ordenamento jurídico atual –, ou uma carteira de trabalho verde e amarela (onde o contrato individual prevalece sobre a CLT, mantendo todos os direitos constitucionais).

Caso queira continuar lendo todo plano de governo publicado pelo candidato clique em Ver Plano de Governo Completo. 

CONHEÇA AS PRINCIPAIS PROPOSTAS DE GOVERNO DO CANDIDATO HADDAD

Programa de governo de Haddad prevê revogação de medidas de Temer

 Ficheiro:Campanha Haddad.jpg

O programa do candidato Fernando Haddad (PT), que teve sua versão atualizada neste segundo turno, têm um total de 62 páginas e dedica ao menos 18 para diversos temas relacionados à economia, incluindo a revisão de reformas aprovadas nos últimos anos e a mudança no modelo tributário do país.
A principal diretriz apresentada no programa é o que a candidatura chama de um “novo projeto nacional de desenvolvimento”. Para isso, Haddad defende, primeiramente, a revogação a Emenda Constitucional 95. Essa emenda determina que até 2036 as despesas federais não poderão crescer acima da inflação de 12 meses, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Outra proposta desse projeto de desenvolvimento é a revogação da reforma trabalhista, substituindo pelo Estatuto do Trabalho, produzido de forma negociada. A campanha diz que a “terceirização irrestrita” e a reforma trabalhista aprovadas pela atual governo impôs um “cardápio de contratos precários de trabalho”, desequilibrando as relações entre capital e trabalho, em favor dos empresários, e precarizando ainda mais o trabalho.
O novo estatuto do trabalho prevê “a reformulação e ampliação do sistema de formação ao longo da vida laboral dos trabalhadores, capaz de integrar no novo sistema de formação e aprendizagem das distintas linhas atualmente existentes. “Ao mesmo tempo, a sua operacionalização contará com a valorização de sindicatos e associações de trabalhadores e empresários na orientação da preparação para a qualificação profissional. Também fará parte a reorganização dos fundos sociais existentes para criar uma nova política de proteção durante a vida laboral dos trabalhadores”, diz o plano de governo.
A revogação das reformas depende de aprovação do Congresso Nacional.

Recuperação do emprego

Ainda na área do mercado de trabalho, a proposta de Haddad prevê a criação do Programa Meu Emprego de Novo. Para isso, serão necessárias várias medidas para elevar a renda, ampliar o crédito e gerar novas oportunidades, como prioridade para a juventude e retomada de obras.

Salário Mínimo

O plano de governo de Haddad prevê o Programa Salário Mínimo Forte, com a manutenção da atual política de reajuste, ou seja, definido por meio da fórmula que garante variação da inflação do ano anterior medida pelo INPC, acrescida da variação do PIB de dois anos antes, desde que ela seja positiva. “Haverá ganho real do salário mínimo em todos os anos, mesmo que o crescimento do PIB seja negativo. Isso porque aumentar o poder de compra do trabalhador é uma das maneiras mais eficazes de fazer a economia crescer”, diz o plano de governo.

Privatizações e pré-sal

Haddad também propõe suspender, caso eleito, a política de privatização de empresas estratégicas para o desenvolvimento nacional e a venda de terras, água e recursos naturais para estrangeiros. Além de “recuperar o pré-sal para servir ao futuro do povo brasileiro, não aos interesses de empresas internacionais”. A campanha do PT critica as mudanças nas regras para leilões de áreas de petróleo e gás realizadas pelo governo Michel Temer, que permitiu maior participação de companhias estrangeiras nos certames sob regime de partilha no pré-sal.

Câmbio

O plano de governo de Haddad prevê “regulações que reduzam os movimentos puramente especulativo de curto prazo sobre o mercado interbancário e sobre o mercado de derivativos”. “Dessa forma, a volatilidade da taxa de câmbio, causada pela especulação financeira, deverá ser fortemente inibida”.
Para isso, a proposta é que o imposto de exportações incidente sobre as commodities (produtos primários com cotação internacional) poderá ser usado para estimular a elevação do valor agregado das exportações e minimizar a variação cambial. “Esse imposto deve acompanhar a variação dos preços e formar um fundo de estabilização cambial que beneficiará os exportadores no longo prazo”, diz a proposta.

Inflação, juros e crédito

Em eventual governo de Haddad, o Banco Central (BC) terá a autonomia mantida e o mandato de controlar a inflação, “permanecendo atento a temas como a estabilidade do sistema financeiro e o nível de emprego”. A proposta prevê a redução do custo do crédito, com aprofundamento da competição bancária estimulada pelos bancos públicos e pela difusão de novas instituições de poupança e crédito. “Daí porque torna-se fundamental revitalizar os bancos públicos, especialmente BNDES [Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social], BB [Banco do Brasil] e CEF [Caixa Econômica Federal], e os mecanismos de financiamento ao desenvolvimento nacional. O Brasil precisa superar a estrutura oligopolista que controla o sistema financeiro e bancário privado. Tudo isso para a retomada da bancarização, ampliação dos serviços bancários e difusão do crédito aos pequenos negócios e à população de baixa renda”, diz a proposta. Simultaneamente, propõe a adoção de uma tributação progressiva sobre os bancos, com alíquotas reduzidas para os que oferecerem crédito a custo menor e com prazos mais longos
O programa de governo de Haddad também propõe alteração da Taxa de Longo Prazo (TLP), “visando filtrar a volatilidade excessiva típica dos títulos públicos de longo prazo e dar incentivo a setores e atividades de alta externalidade e retorno social”.

Dívidas estaduais e reforma tributária

Um eventual governo Haddad pretende fazer renegociação das dívidas e da situação de guerra fiscal entre estados e municípios. O outro tema considerado central é a realização da reforma tributária voltada para alteração na composição dos tributos, estabilizando, ao longo do mandato, a carga tributária líquida no patamar do último período, assegurando as transferências para as políticas sociais sem perda de receita real dos entes federados.
A reforma tributária compreenderá, entre outras medidas, a tributação direta sobre lucros e dividendos e a criação e implementação gradual de Imposto sobre Valor Agregado (IVA), que substitua a atual estrutura de impostos indiretos. No âmbito da reforma tributária, o plano de governo prevê uma reestruturação da tabela do Imposto de Pessoa Física, para isentar quem ganha até cinco salários mínimos (R$ 4.770), condicionado ao aumento das alíquotas para os “super-ricos”. 
Caso queira continuar lendo todo plano de governo publicado pelo candidato clique em Ver Plano de Governo Completo.

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

DEPUTADOS E SENADORES QUE VOTARAM A FAVOR E CONTRA NO PROCESSO DE IMPEACHMENT DE DILMA ROUSSEFF

Conheça os deputados federais e os senadores que votaram a favor e contra o processo de impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff


Com os recentes acontecimentos na política brasileira, mais do que nunca foi tão grande a importância de ficar ainda mais atento em quem votamos. Muitas vezes o eleitor escolhe de forma irresponsável certos candidatos devido à falta de consciência da importância da figura deles.

Um exemplo disso são os deputados federais. São eles os representantes do Poder Legislativo. Uma das principais funções dos políticos que ocupam esse cargo é autorizar processos contra o presidente da república.

É de fundamental importância que o eleitor sinta que o deputado federal que está ocupando esse cargo graças ao seu voto, realmente, o represente e corresponda às suas ideias e vontades.


Deputados que votaram contra e a favor do impeachment

Distrito Federal (DF)

  • Alberto Fraga (DEM) – SIM
  • Augusto Carvalho (SD) – SIM
  • Erika Kokay (PT) – NÃO
  • Izalci (PSDB) – SIM
  • Laerte Bessa (PR) – SIM
  • Rogério Rosso (PSD) – SIM
  • Ronaldo Fonseca (PROS) – SIM
  • Rôney Nemer (PP) – SIM

Acre (AC)

  • Alan Rick (PRB) – SIM
  • Angelim (PT) – NÃO
  • César Messias (PSB) – NÃO
  • Flaviano Melo (PMDB) – SIM
  • Jéssica Sales (PMDB) – SIM
  • Leo de Brito (PT) – NÃO
  • Rocha (PSDB) – SIM
  • Sibá Machado (PT) – NÃO

Roraima (RR)

  • Abel Mesquita Jr. (DEM) – SIM
  • Carlos Andrade (PHS) – SIM
  • Edio Lopes (PR) – NÃO
  • Hiran Gonçalves (PP) – SIM
  • Jhonatan de Jesus (PRB) – SIM
  • Maria Helena (PSB) – SIM
  • Remídio Monai (PR) – SIM
  • Shéridan (PSDB) – SIM

Amazonas (AM)

  • Alfredo Nascimento (PR) – SIM
  • Arthur Virgílio Bisneto (PSDB) – SIM
  • Átila Lins (PSD) – SIM
  • Conceição Sampaio (PP) – SIM
  • Hissa Abrahão (PDT) – SIM
  • Marcos Rotta (PMDB) – SIM
  • Pauderney Avelino (DEM) – SIM
  • Silas Câmara (PRB) – SIM

Amapá (AP)

  • André Abdon (PP) – SIM
  • Cabuçu Borges (PMDB) – SIM
  • Janete Capiberibe (PSB) – NÃO
  • Jozi Araújo (PTN) – NÃO
  • Marcos Reategui (PSD) – SIM
  • Professora Marcivania (PCdoB) – NÃO
  • Roberto Góes (PDT) – NÃO
  • Vinicius Gurgel (PR) – ABSTENÇÃO

Pará (PA)

  • Arnaldo Jordy (PPS) – SIM
  • Beto Faro (PT) – NÃO
  • Beto Salame (PP) – ABSTENÇÃO
  • Delegado Éder Mauro (PSD) – SIM
  • Edmilson Rodrigues (PSO) – NÃO
  • Elcione Barbalho (PMDB) – NÃO
  • Francisco Chapadinha (PTN) – SIM
  • Hélio Leite (DEM) – SIM
  • Joaquim Passarinho (PSD) – SIM
  • José Priante (PMDB) – SIM
  • Josué Bengtson (PTB) – SIM
  • Júlia Marinho (PSC) – SIM
  • Lúcio Vale (PR) – NÃO
  • Nilson Pinto (PSDB) – SIM
  • Simone Morgado (PMDB) – NÃO
  • Wladimir Costa (SD) – SIM
  • Zé Geraldo (PT) – NÃO

Paraná (PR)

  • Alex Canziani (PTB) – SIM
  • Alfredo Kaefer (PSL) – SIM
  • Aliel Machado (REDE) – NÃO
  • Assis do Couto (PDT) – NÃO
  • Christiane de Souza Yared (PR) – SIM
  • Diego Garcia (PHS) – SIM
  • Dilceu Sperafico (PP) – SIM
  • Enio Verri (PT) – NÃO
  • Evandro Roman (PSD) – SIM
  • Fernando Francischini (SD) – SIM
  • Giacobo (PR) – SIM
  • Hermes Parcianello (PMDB) – SIM
  • João Arruda (PMDB) – SIM
  • Leandre (PV) – SIM
  • Leopoldo Meyer (PSB) – SIM
  • Luciano Ducci (PSB) – SIM
  • Luiz Carlos Hauly (PSDB) – SIM
  • Luiz Nishimori (PR) – SIM
  • Marcelo Belinati (PP) – SIM
  • Nelson Meurer (PP) – SIM
  • Nelson Padovani (PSDB) – SIM
  • Osmar Serraglio (PMDB) – SIM
  • Paulo Martins (PSDB) – SIM
  • Ricardo Barros (PP) – SIM
  • Rubens Bueno (PPS) – SIM
  • Sandro Alex (PSD) – SIM
  • Sergio Souza (PMDB) – SIM
  • Takayama (PSC) – SIM
  • Toninho Wandscheer (PROS) – SIM
  • Zeca Dirceu (PT) – NÃO

Santa Catarina (SC)

  • Carmen Zanotto (PPS) – SIM
  • Celso Maldaner (PMDB) – SIM
  • Cesar Souza (PSD) – SIM
  • Décio Lima (PT) – NÃO
  • Esperidião Amin (PP) – SIM
  • Geovania de Sá (PSDB) – SIM
  • João Paulo Kleinübing (PSD) – SIM
  • João Rodrigues (PSD) – SIM
  • Jorge Boeira (PP) – SIM
  • Jorginho Mello (PR) – SIM
  • Marco Tebaldi (PSDB) – SIM
  • Mauro Mariani (PMDB) – SIM
  • Pedro Uczai (PT) – NÃO
  • Rogério Peninha Mendonça (PMDB) – SIM
  • Ronaldo Benedet (PMDB) – SIM
  • Valdir Colatto (PMDB) – SIM

Mato Grosso do Sul

  • Carlos Marun (PMDB) – SIM
  • Dagoberto (PDT) – NÃO
  • Elizeu Dionizio (PSDB) – SIM
  • Geraldo Resende (PSDB) – SIM
  • Mandetta (DEM) – SIM
  • Tereza Cristina (PSB) – SIM
  • Vander Loubet (PT) – NÃO
  • Zeca do PT (PT) – NÃO

Rio Grande do Sul (RS)

  • Afonso Hamm (PP) – SIM
  • Afonso Motta (PDT) – NÃO
  • Alceu Moreira (PMDB) – SIM
  • Bohn Gass (PT) – NÃO
  • Carlos Gomes (PRB) – SIM
  • Covatti Filho (PP) – SIM
  • Danrlei de Deus Hinterholz (PSD) – SIM
  • Darcísio Perondi (PMDB) – SIM
  • Giovani Cherini (PDT) – SIM
  • Heitor Schuch (PSB) – SIM
  • Henrique Fontana (PT) – NÃO
  • Jerônimo Goergen (PP) – SIM
  • João Derly (REDE) – SIM
  • José Fogaça (PMDB) – SIM
  • José Otávio Germano (PP) – SIM
  • Jose Stédile (PSB) – SIM
  • Luis Carlos Heinze (PP) – SIM
  • Luiz Carlos Busato (PTB) – SIM
  • Marco Maia (PT) – NÃO
  • Marcon (PT) – NÃO
  • Maria do Rosário (PT) – NÃO
  • Mauro Pereira (PMDB) – SIM
  • Nelson Marchezan Junior (PSDB) – SIM
  • Onyx Lorenzoni (DEM) – SIM
  • Osmar Terra (PMDB) – SIM
  • Paulo Pimenta (PT) – NÃO
  • Pepe Vargas (PT) – NÃO
  • Pompeo de Mattos (PDT) – ABSTENÇÃO
  • Renato Molling (PP) – SIM
  • Ronaldo Nogueira (PTB) – SIM
  • Sérgio Moraes (PTB) – SIM

Rondônia (RO)

  • Expedito Netto (PSD) – SIM
  • Lindomar Garçon (PRB) – SIM
  • Lucio Mosquini (PMDB) – SIM
  • Luiz Cláudio (PR) – SIM
  • Marcos Rogério (DEM) – SIM
  • Mariana Carvalho (PSDB) – SIM
  • Marinha Raupp (PMDB) – SIM
  • Nilton Capixaba (PTB) – SIM

Goiás (GO)

  • Alexandre Baldy (PTN) – SIM
  • Célio Silveira (PSDB) – SIM
  • Daniel Vilela (PMDB) – SIM
  • Delegado Waldir (PR) – SIM
  • Fábio Sousa (PSDB) – SIM
  • Flávia Morais (PDT) – SIM
  • Giuseppe Vecci (PSDB) – SIM
  • Heuler Cruvinel (PSD) – SIM
  • João Campos (PRB) – SIM
  • Jovair Arantes (PTB) – SIM
  • Lucas Vergilio (SD) – SIM
  • Magda Mofatto (PR) – SIM
  • Marcos Abrão (PPS) – SIM
  • Pedro Chaves (PMDB) – SIM
  • Roberto Balestra (PP) – SIM
  • Rubens Otoni (PT) – NÃO
  • Thiago Peixoto (PSD) – SIM

Tocantins (TO)

  • Carlos Henrique Gaguim (PTN) – SIM
  • César Halum (PR) – SIM
  • Dulce Miranda (PMDB) – SIM
  • Irajá Abreu (PSD) – NÃO
  • Josi Nunes (PMDB) – SIM
  • Lázaro Botelho (PP) – SIM
  • Professora Dorinha (DEM) – SIM
  • Vicentinho Júnior (PR) – NÃO

Mato Grosso (MT)

  • Adilton Sachetti (PSB) – SIM
  • Carlos Bezerra (PMDB) – SIM
  • Fabio Garcia (PSB) – SIM
  • Nilson Leitão (PSDB) – SIM
  • Professor Victório Galli (PSC) – SIM
  • Ságuas Moraes (PT) – NÃO
  • Tampinha (PSD) – SIM
  • Valtenir Pereira (PMDB) – NÃO

Maranhão (MA)

  • Alberto Filho (PMDB) – SIM
  • Aluisio Mendes (PTN) – NÃO
  • André Fufuca (PP) – SIM
  • Cleber Verde (PRB) – SIM
  • Eliziane Gama (PPS) – SIM
  • Hildo Rocha (PMDB) – SIM
  • João Castelo (PSDB) – SIM
  • João Marcelo Souza (PMDB) – NÃO
  • José Reinaldo (PSB) – SIM
  • Junior Marreca (PEN) – NÃO
  • Juscelino Filho (DEM) – SIM
  • Pedro Fernandes (PTB) – NÃO
  • Rubens Pereira Júnior (PCdoB) – NÃO
  • Sarney Filho (PV) – SIM
  • Victor Mendes (PSD) – SIM
  • Waldir Maranhão (PP) – NÃO
  • Weverton Rocha (PDT) – NÃO
  • Zé Carlos (PT) – NÃO

Piauí (PI)

  • Assis Carvalho (PT) – NÃO
  • Átila Lira (PSB) – SIM
  • Capitão Fábio Abreu (PTB) – NÃO
  • Heráclito Fortes (PSB) – SIM
  • Iracema Portella (PP) – SIM
  • Júlio Cesar (PSD) – SIM
  • Marcelo Castro (PMDB) – NÃO
  • Paes Landim (PTB) – NÃO
  • Rejane Dias (PT) – NÃO
  • Rodrigo Martins (PSB) – SIM

Paraíba (PB)

  • Aguinaldo Ribeiro (PP) – SIM
  • Benjamin Maranhão (SD) – SIM
  • Damião Feliciano (PDT) – NÃO
  • Efraim Filho (DEM) – SIM
  • Hugo Motta (PMDB) – SIM
  • Luiz Couto (PT) – NÃO
  • Manoel Junior (PMDB) – SIM
  • Pedro Cunha Lima (PSDB PB) – SIM
  • Rômulo Gouveia (PSD) – SIM
  • Veneziano Vital do Rêgo (PMDB) – SIM
  • Wellington Roberto (PR) – NÃO
  • Wilson Filho (PTB) – SIM

Sergipe (SE)

  • Adelson Barreto (PR) – SIM
  • Andre Moura (PSC) – SIM
  • Fábio Mitidieri (PSD) – NÃO
  • Fabio Reis (PMDB) – SIM
  • João Daniel (PT) – NÃO
  • Jony Marcos (PRB) – SIM
  • Laercio Oliveira (SD) – SIM
  • Valadares Filho (PSB) – SIM

Bahia (BA)

  • Alfonso Florence (PT) – NÃO
  • Alice Portugal (PCdoB) – NÃO
  • Antonio Brito (PSD) – NÃO
  • Antonio Imbassahy (PSDB) – SIM
  • Arthur Oliveira Maia (PPS) – SIM
  • Bacelar (PTN) – NÃO
  • Bebeto (PSB) – NÃO
  • Benito Gama (PTB) – SIM
  • Cacá Leão (PP) – ABSTENÇÃO
  • Caetano (PT) – NÃO
  • Claudio Cajado (DEM) – SIM
  • Daniel Almeida (PCdoB) – NÃO
  • Davidson Magalhães (PCdoB) – NÃO
  • Elmar Nascimento (DEM) – SIM
  • Erivelton Santana (PEN) – SIM
  • Félix Mendonça Júnior (PDT) – NÃO
  • Fernando Torres (PSD) – NÃO
  • Irmão Lazaro (PSC) – SIM
  • João Carlos Bacelar (PR) – NÃO
  • João Gualberto (PSDB) – SIM
  • Jorge Solla (PT) – NÃO
  • José Carlos Aleluia (DEM) – SIM
  • José Carlos Araújo (PR) – NÃO
  • José Nunes (PSD) – NÃO
  • José Rocha (PR) – NÃO
  • Jutahy Junior (PSDB) – SIM
  • Lucio Vieira Lima (PMDB) – SIM
  • Márcio Marinho (PRB) – SIM
  • Mário Negromonte Jr. (PP) – ABSTENÇÃO
  • Moema Gramacho (PT) – NÃO
  • Paulo Azi (DEM) – SIM
  • Paulo Magalhães (PSD) – NÃO
  • Roberto Britto (PP) – NÃO
  • Ronaldo Carletto (PP) – NÃO
  • Sérgio Brito (PSD) – NÃO
  • Tia Eron (PRB) – SIM
  • Uldurico Junior (PV) – SIM
  • Valmir Assunção (PT) – NÃO
  • Waldenor Pereira (PT) – NÃO

Pernambuco (PE)

  • Adalberto Cavalcanti (PTB) – NÃO
  • Anderson Ferreira (PR) – SIM
  • André de Paula (PSD) – SIM
  • Augusto Coutinho (SD) – SIM
  • Betinho Gomes (PSDB) – SIM
  • Bruno Araújo (PSDB) – SIM
  • Daniel Coelho (PSDB) – SIM
  • Danilo Cabral (PSB) – SIM
  • Eduardo da Fonte (PP) – SIM
  • Fernando Coelho Filho (PSB) – SIM
  • Gonzaga Patriota (PSB) – SIM
  • Jarbas Vasconcelos (PMDB) – SIM
  • João Fernando Coutinho (PSB) – SIM
  • Jorge Côrte Real (PTB) – SIM
  • Kaio Maniçoba (PMDB) – SIM
  • Luciana Santos (PCdoB) – NÃO
  • Marinaldo Rosendo (PSB) – SIM
  • Mendonça Filho (DEM) – SIM
  • Pastor Eurico (PHS) – SIM
  • Ricardo Teobaldo (PTN) – NÃO
  • Sebastião Oliveira (PR) – ABSTENÇÃO
  • Silvio Costa PTdoB – NÃO
  • Tadeu Alencar (PSB) – SIM
  • Wolney Queiroz PDT – NÃO
  • Zeca Cavalcanti PTB – NÃO

Alagoas (AL)

  • Arthur Lira (PP) – SIM
  • Cícero Almeida (PMDB) – SIM
  • Givaldo Carimbão (PHS) – NÃO
  • JHC (PSB) – SIM
  • Marx Beltrão (PMDB) – SIM
  • Maurício Quintella Lessa (PR) – SIM
  • Paulão (PT) – NÃO
  • Pedro Vilela (PSDB) – SIM
  • Ronaldo Lessa (PDT) – NÃO

Rio Grande do Norte (RN)

  • Antônio Jácome (PTN) – SIM
  • Beto Rosado (PP) – SIM
  • Fábio Faria (PSD) – SIM
  • Felipe Maia (DEM) – SIM
  • Rafael Motta (PSB) – SIM
  • Rogério Marinho (PSDB) – SIM
  • Walter Alves (PMDB) – SIM
  • Zenaide Maia (PR) – NÃO

Ceará (CE)

  • Adail Carneiro (PP) – SIM
  • Aníbal Gomes (PMDB) – AUSÊNCIA
  • Ariosto Holanda (PDT) – NÃO
  • Arnon Bezerra (PTB) – NÃO
  • Cabo Sabino (PR) – SIM
  • Chico Lopes (PCdoB) – NÃO
  • Danilo Forte (PSB) – SIM
  • Domingos Neto (PSD) – NÃO
  • Genecias Noronha (SD) – SIM
  • Gorete Pereira (PR) – ABSTENÇÃO
  • José Airton Cirilo (PT) – NÃO
  • José Guimarães (PT) – NÃO
  • Leônidas Cristino (PDT) – NÃO
  • Luizianne Lins (PT) – NÃO
  • Macedo (PP) – NÃO
  • Moroni Torgan (DEM) – SIM
  • Moses Rodrigues (PMDB) – SIM
  • Odorico Monteiro (PROS) – NÃO
  • Raimundo Gomes de Matos (PSDB) – SIM
  • Ronaldo Martins (PRB) – SIM
  • Vicente Arruda (PDT) – NÃO
  • Vitor Valim (PMDB) – SIM

São Paulo (SP)

  • Alex Manente (PPS) – SIM
  • Alexandre Leite (DEM) – SIM
  • Ana Perugini (PT) – NÃO
  • Andres Sanchez (PT) – NÃO
  • Antonio Bulhões (PRB) – SIM
  • Arlindo Chinaglia (PT) – NÃO
  • Arnaldo Faria de Sá (PTB) – SIM
  • Arnaldo Jardim (PPS) – SIM
  • Baleia Rossi (PMDB) – SIM
  • Beto Mansur (PRB) – SIM
  • Bruna Furlan (PSDB) – SIM
  • Bruno Covas (PSDB) – SIM
  • Capitão Augusto (PR) – SIM
  • Carlos Sampaio (PSDB) – SIM
  • Carlos Zarattini (PT) – NÃO
  • Celso Russomanno (PRB) – SIM
  • Dr. Sinval Malheiros (PTN) – SIM
  • Duarte Nogueira (PSDB) – SIM
  • Edinho Araújo (PMDB) – SIM
  • Eduardo Bolsonaro (PSC) – SIM
  • Eduardo Cury (PSD) – SIM
  • Eli Corrêa Filho (DEM) – SIM
  • Evandro Gussi (PV) – SIM
  • Fausto Pinato (PP) – SIM
  • Flavinho (PSB) – SIM
  • Floriano Pesaro (PSDB) – SIM
  • Gilberto Nascimento (PSC) – SIM
  • Goulart (PSD) – SIM
  • Guilherme Mussi (PP) – SIM
  • Herculano Passos (PSD) – SIM
  • Ivan Valente (PSOL) – NÃO
  • Jefferson Campos (PSD) – SIM
  • João Paulo Papa (PSDB) – SIM
  • Jorge Tadeu Mudalen (DEM) – SIM
  • José Mentor (PT) – NÃO
  • Keiko Ota (PSB) – SIM
  • Luiz Lauro Filho (PSB) – SIM
  • Luiza Erundina (PSOL) – NÃO
  • Major Olimpio (SD) – SIM
  • Mara Gabrilli (PSDB) – SIM
  • Marcelo Squassoni (PRB) – SIM
  • Marcio Alvino (PR) – SIM
  • Miguel Haddad (PSDB) – SIM
  • Miguel Lombardi (PR) – SIM
  • Milton Monti (PR) – SIM
  • Missionário José Olimpio (DEM) – SIM
  • Nelson Marquezelli (PTB) – SIM
  • Nilto Tatto (PT) – NÃO
  • Orlando Silva (PCdoB) – NÃO
  • Paulo Freire (PR) – SIM
  • Paulo Maluf (PP) – SIM
  • Paulo Pereira da Silva (SD) – SIM
  • Paulo Teixeira (PT) – NÃO
  • Pr. Marco Feliciano (PSC) – SIM
  • Renata Abreu (PTN) – SIM
  • Ricardo Izar (PP) – SIM
  • Ricardo Tripoli (PSDB) – SIM
  • Roberto Alves (PRB) – SIM
  • Roberto de Lucena (PV) – SIM
  • Rodrigo Garcia (DEM) – SIM
  • Samuel Moreira (PSDB) – SIM
  • Sérgio Reis (PRB) – SIM
  • Silvio Torres (PSDB) – SIM
  • Tiririca (PR) – SIM
  • Valmir Prascidelli (PT) – NÃO
  • Vanderlei Macris (PSDB) – SIM
  • Vicente Candido (PT) – NÃO
  • Vicentinho (PT) – NÃO
  • Vinicius Carvalho (PRB) – SIM
  • Vitor Lippi (PSDB) – SIM

Rio de Janeiro (RJ)

  • Alessandro Molon (REDE) – NÃO
  • Alexandre Serfiotis (PMDB) – SIM
  • Alexandre Valle (PR) – SIM
  • Altineu Côrtes (PMDB) – SIM
  • Arolde de Oliveira (PSC) – SIM
  • Aureo (SD) – SIM
  • Benedita da Silva (PT) – NÃO
  • Cabo Daciolo (PTdo) – SIM
  • Celso Pansera (PMDB) – NÃO
  • Chico Alencar (PSO) – NÃO
  • Chico D’angelo (PT) – NÃO
  • Clarissa Garotinho (PR) – AUSÊNCIA
  • Cristiane Brasil (PTB) – SIM
  • Deley (PTB) – SIM
  • Dr. João (PR) – SIM
  • Eduardo Cunha (PMDB) – SIM
  • Ezequiel Teixeira (PTN) – SIM
  • Felipe Bornier (PROS) – SIM
  • Fernando Jordão (PMDB) – SIM
  • Francisco Floriano (DEM) – SIM
  • Glauber Braga (PSOL) – NÃO
  • Hugo Leal (PSB) – SIM
  • Indio da Costa (PSD) – SIM
  • Jair Bolsonaro (PSC) – SIM
  • Jandira Feghali (PCdoB) – NÃO
  • Jean Wyllys (PSOL) – NÃO
  • Julio Lopes (PP) – SIM
  • Leonardo Picciani (PMDB) – NÃO
  • Luiz Carlos Ramos (PTN) – SIM
  • Luiz Sérgio (PT) – NÃO
  • Marcelo Matos (PHS) – SIM
  • Marco Antônio Cabral (PMDB) – SIM
  • Marcos Soares (DEM) – SIM
  • Miro Teixeira (REDE) – SIM
  • Otavio Leite (PSDB) – SIM
  • Paulo Feijó (PR) – SIM
  • Pedro Paulo (PMDB) – SIM
  • Roberto Sales (PRB) – SIM
  • Rodrigo Maia (DEM) – SIM
  • Rosangela Gomes (PRB) – SIM
  • Sergio Zveiter (PMDB) – SIM
  • Simão Sessim (PP) – SIM
  • Soraya Santos (PMDB) – SIM
  • Sóstenes Cavalcante (DEM) – SIM
  • Wadih Damous (PT) – NÃO
  • Washington Reis (PMDB) – SIM

Espírito Santo (ES)

  • Carlos Manato (SD) – SIM
  • Dr. Jorge Silva (PHS) – SIM
  • Evair de Melo (PV) – SIM
  • Givaldo Vieira (PT) – NÃO
  • Helder Salomão (PT)  – NÃO
  • Lelo Coimbra (PMDB) – SIM
  • Marcus Vicente (PP) – SIM
  • Max Filho (PSDB) – SIM
  • Paulo Foletto (PSB) – SIM
  • Sergio Vidigal (PDT) – SIM

Minas Gerais (MG)

  • Adelmo Carneiro Leão (PT) – NÃO
  • Aelton Freitas (PR) – NÃO
  • Bilac Pinto (PR)- SIM
  • Bonifácio de Andrada (PSDB) – SIM
  • Brunny (PR) – NÃO
  • Caio Narcio (PSDB) – SIM
  • Carlos Melles (DEM) – SIM
  • Dâmina Pereira (PSL) – SIM
  • Delegado Edson Moreira (PR) – SIM
  • Diego Andrade (PSD) – SIM
  • Dimas Fabiano (PP) – SIM
  • Domingos Sávio (PSDB) – SIM
  • Eduardo Barbosa (PSDB) – SIM
  • Eros Biondini (PROS) – SIM
  • Fábio Ramalho (PMDB) – SIM
  • Franklin Lima (PP) – SIM
  • Gabriel Guimarães (PT) – NÃO
  • George Hilton (PROS) – NÃO
  • Jaime Martins (PSD) – SIM
  • Jô Moraes (PCdoB) – NÃO
  • Júlio Delgado (PSB) – SIM
  • Laudivio Carvalho (SD) – SIM
  • Leonardo Monteiro (PT) – NÃO
  • Leonardo Quintão (PMDB) – SIM
  • Lincoln Portela (PRB) – SIM
  • Luis Tibé (PTdoB) – SIM
  • Luiz Fernando Faria (PP) – SIM
  • Marcelo Álvaro Antônio (PR) – SIM
  • Marcelo Aro (PHS) – SIM
  • Marcos Montes (PSD) – SIM
  • Marcus Pestana (PSDB) – SIM
  • Margarida Salomão (PT) – NÃO
  • Mário Heringer (PDT) – SIM
  • Mauro Lopes (PMDB) – SIM
  • Miguel Corrêa (PT) – NÃO
  • Misael Varella (DEM) – SIM
  • Newton Cardoso Jr (PMDB) – SIM
  • Odelmo Leão (PP) – SIM
  • Padre João (PT) – NÃO
  • Patrus Ananias (PT) – NÃO
  • Paulo Abi-ackel (PSDB) – SIM
  • Raquel Muniz (PSD) – SIM
  • Reginaldo Lopes (PT) – NÃO
  • Renzo Braz (PP) – SIM
  • Rodrigo de Castro (PSDB) – SIM
  • Rodrigo Pacheco (PMDB) – SIM
  • Saraiva Felipe (PMDB) – SIM
  • Stefano Aguiar (PSD) – SIM
  • Subtenente Gonzaga (PDT) – SIM
  • Tenente Lúcio (PSB) – SIM
  • Toninho Pinheiro (PP) – SIM
  • Weliton Prado (PMB) – SIM
  • Zé Silva (SD) – SIM
  •  

Senadores que votaram contra e a favor do impeachment


Como parte do processo do impeachment, Dilma Rousseff foi convocada ao Senado federal para fazer a sua defesa, respondendo algumas perguntas feita pelos senadores. A sessão foi bastante cansativa, se estendendo por mais de 13 horas.

Depois disso, os senadores realizaram duas votações: a primeira decidiu sobre o impeachment e a segunda, que a presidente não ficará inelegível por oito anos e poderá exercer função pública.

O processo teve fim nove meses após a autorização da abertura pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), depois das denúncias feitas pelo ex-procurador de justiça Hélio Pereira Bicudo e pelos advogados Miguel Reale Júnior e Janaína Conceição Paschoal.

Votos à favor

Após quase 70 horas de julgamento, iniciado no dia 25 de agosto, foram ouvidos, além da própria representada, parlamentares, testemunhas e os advogados das duas partes. No processo, 61 senadores votaram a favor do impeachment. Saiba quais foram eles:

Acir Gurgacz (PDT-RO),
Aécio Neves (PSDB-MG),
Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP),
 Alvaro Dias (PV-PR), Ana Amélia (PP-RS),
 Antonio Anastasia    (PSDB-MG),
Antônio Carlos Valadares (PSB-SE),
 Ataídes Oliveira (PSDB-TO),
Benedito de Lira (PP-AL),
 Cássio Cunha Lima (PSDB-PB),
 Cidinho Santos (PR-MT),
Ciro Nogueira (PP-PI),
Cristovam Buarque (PPS-DF),
Dalírio Beber (PSDB-SC),
Dário Berger (PMDB-SC),
 Davi Alcolumbre (DEM-AP),
 Edison Lobão (PMDB-MA),
 Eduardo Amorim (PSC-SE),
 Eduardo Braga (PMDB-AM),
 Eduardo Lopes (PRB-RJ),
 Eunício Oliveira    (PMDB-CE),
 Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE),
Fernando Collor (PTC-AL),
Flexa Ribeiro (PSDB-PA),
Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN),
Gladson Cameli (PP-AC),
Helio José (PMDB-DF),
Ivo Cassol (PP-RO),
 Jader Barbalho (PMDB-PA),
 João Alberto Souza (PMDB-MA),
José Agripino (DEM-RN),
José Anibal (PSDB-SP),
José Maranhão (PMDB-PB),
José Medeiros (PSD-MT),
 Lasier Martins (PDT-RS),
Lúcia Vânia (PSB-GO),
Magno Malta (PR-ES),
Maria do Carmo Alves (DEM-SE),
Marta Suplicy (PMDB-SP),
Omar Aziz (PSD-AM),
 Paulo Bauer (PSDB-SC),
 Pedro Chaves (suplente de Delcídio Amaral cassado pelo Senado) (PSC-MS), Raimundo Lira (PMDB-PB),
 Reguffe (sem partido-DF),
Renan Calheiros (PMDB-AL),
Ricardo Ferraço (PSDB-ES),
Roberto Rocha (PSB-MA),
Romario (PSB-RJ),
Romero Jucá (PMDB-RR),
Ronaldo Caiado (DEM-GO),
Rose de Freitas  (PMDB-ES),
Sérgio Petecão (PSD-AC),
Simone Tebet (PMDB-MS),
Tasso Jereissati (PSDB-CE),
Telmário Mota (PDT-RR),
Valdir Raupp (PMDB-RO),
Vicentinho Alves (PR-TO),
Waldemir Moka (PMDB-MS),
Wellington Fagundes (PR-MT),
Wilder Morais (PP-GO),
Zezé Perrella (PTB-MG).

Votos contra

Por outro lado, tiveram ainda aqueles senadores que votaram contra o processo de impeachment, acreditando que não houve crime de responsabilidade, principal acusação que recai sobre Dilma Rousseff no processo de afastamento. Saiba quais foram os senadores:

Angela Portela (PT-RR),
Armando Monteiro (PTB-PE),
Elmano Férrer (PTB-PI),
Fátima Bezerra (PT-RN),
Gleisi Hoffmann (PT-PR),
Humberto Costa (PT-PE),
João Capiberibe (PSB-AP),
Jorge Viana (PT-AC),
José Pimentel (PT-CE),
Kátia Abreu (PMDB-TO),
Lídice da Mata (PSB-BA),
Lindbergh Farias (PT-RJ),
Otto Alencar (PSD-BA),
Paulo Paim (PT-RS),
Paulo Rocha (PT-PA),
Randolfe Rodrigues (REDE-AP),
Regina Sousa (PT-PI),
Roberto Muniz (PP-BA),
Roberto Requião (PMDB-PR)
Vanessa Grazziotin (PC do B-AM).


Considerações finais

Leve em consideração os votos dos senadores e deputados no impeachment de Dilma, para definir seu voto nesta eleição, pois através da decisão de cada um deles, todos nós eleitores conseguiremos ver quais as intenções de cada um dos candidatos para com o povo brasileiro e nosso país.

ELEIÇÕES 2018

Nestas eleições, pelas últimas pesquisas do IBOPE, Datafolha, entre outros de menor popularidade podemos perceber que haverá uma bipolarização entre os candidatos da esquerda e da direita, neste caso, Fernando Haddad à esquerda, Ciro Gomes a centro esquerda, Bolsonaro à extrema direito e Geraldo Alckmin a centro direita, o que confunde as intenções de voto do eleitor, pois o mesmo de modo geral não se interessa pela parte ideológica dos partidos, mas sim pelas propostas sociais destes candidatos.

Assim, resumidamente para ajudar nossos eleitores achei por bem dar um resumo destas doutrinas políticas que em verdade estão causando toda esta guerra fria entre as grandes potências mundiais do momento com tanto sofrimento para os povos do Brasil e do mundo está agora em declínio com o avanço rápido da doutrina socialista da Rússia e da China e isto assusta o grande capital das multinacionais americanas, inglesas francesas principalmente.

O Brasil, desde mais de dois séculos está inserido no modelo capitalista e por isso sua elite dominante está com medo desta mudança pensando que vai perder seu status e suas poupanças e daí esta guerra contra os partidos de esquerda que ameaçam ganhar de novo estas eleições de 2018!

Minha opinião é ao contrário! A renda vai ser melhor distribuída, os trabalhadores melhores condições sociais e a desigualdade entre os mais ricos e mais pobres diminuir, gerando assim uma sociedade menos violenta, odiosa e depressiva! Isto é em resumo o que está acontecendo no Brasil e gerando o medo daqueles que conseguiram uma estabilidade financeira em terem que distribuir deu patrimônio com os mais pobres!

O socialismo é um modelo que se preocupa com os lucros da maioria enquanto o capitalismo é um modelo voltado para uns poucos!!! Por isso vamos votar nas urnas do Brasil em 07 de outubro pensando no que é melhor para a maioria sem medo e sem preconceitos para um Brasil melhor para todos! O Brasil é rico demais e com justiça social para todos certamente vai ser a potência que falta ao mundo! A potência da união e do amor!!! Portanto vote com amor e com consciência, vote pelo Brasil brasileiro!!!!

Nestas eleições, pelas últimas pesquisas do IBOPE, Datafolha, entre outros de menor popularidade podemos perceber que haverá uma bipolarização entre os candidatos da esquerda e da direita, neste caso, Fernando Haddad à esquerda, Ciro Gomes a centro esquerda, Bolsonaro à extrema direito e Geraldo Alckmin a centro direita, o que confunde as intenções de voto do eleitor, pois o mesmo de modo geral não se interessa pela parte ideológica dos partidos, mas sim pelas propostas sociais destes candidatos.

Assim, resumidamente para ajudar nossos eleitores achei por bem dar um resumo destas doutrinas políticas que em verdade estão causando toda esta guerra fria entre as grandes potências mundiais do momento com tanto sofrimento para os povos do Brasil e do mundo está agora em declínio com o avanço rápido da doutrina socialista da Rússia e da China e isto assusta o grande capital das multinacionais americanas, inglesas francesas principalmente.

O Brasil, desde mais de dois séculos está inserido no modelo capitalista e por isso sua elite dominante está com medo desta mudança pensando que vai perder seu status e suas poupanças e daí esta guerra contra os partidos de esquerda que ameaçam ganhar de novo estas eleições de 2018!

Minha opinião é ao contrário! A renda vai ser melhor distribuída, os trabalhadores melhores condições sociais e a desigualdade entre os mais ricos e mais pobres diminuir, gerando assim uma sociedade menos violenta, odiosa e depressiva! Isto é em resumo o que está acontecendo no Brasil e gerando o medo daqueles que conseguiram uma estabilidade financeira em terem que distribuir deu patrimônio com os mais pobres!

O socialismo é um modelo que se preocupa com os lucros da maioria enquanto o capitalismo é um modelo voltado para uns poucos!!! Por isso vamos votar nas urnas do Brasil em 07 de outubro pensando no que é melhor para a maioria sem medo e sem preconceitos para um Brasil melhor para todos! O Brasil é rico demais e com justiça social para todos certamente vai ser a potência que falta ao mundo! A potência da união e do amor!!! Portanto vote com amor e com consciência, vote pelo Brasil brasileiro!!!!

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

VAMOS AGUARDAR MAIS UM POUCO?

Apesar do avanço de Haddad nas últimas pesquisas do IBOP em relação a Ciro Gomes.  ainda não é tempo de afirmarmos quem será o adversário de Bolsonaro no segundo turno destas eleições 2018, pois, nestes 18 dias que ainda faltam para as mesmas, muitas mudanças ainda poderão acontecer quanto ao destino dos votos indecisos e nulos, tudo por conta dos interesses de uma mídia parcial e de uma boa parte de um eleitorado despolitizado. neste momento a única certeza parece ser a de que Bolsonaro já está garantido no segundo turno e que dificilmente será o futuro substituto de Temer em Brasília! Vamos aguardar pelo menos mais uns dez dias para desfazer esta dúvida?

JPL 

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

EM SETE DE OUTUBRO DE 2018 DiGA NÃO AO SIM DE 31 DE AGOSTO DE 2016

Olhando o perfil dos candidatos e a situação política do Brasil atual, podemos concluir que nada vai mudar nestas eleições de 2018 e que teremos de esperar por mais alguns anos para que o Brasil se desenvolva e se torne uma potência mundial. Dói muito num coração e numa alma verde amarela ver como certas elites brasileiras se comportam nesta ânsia de manterem o povo mergulhado na ignorância e no atraso, mesmo sabendo que para elas um povo com as necessidades mínimas asseguradas lhes traria mais tranquilidade e um campo mais amplo para aumentarem suas fortunas. 
Mas, mesmo com a atual mudança política e econômica pela qual passa o mundo, com o crescimento do ódio contra os fomentadores externos de tudo isso e o equilíbrio bélico e econômico de outras potências como China e Rússia, que estão apoiando o desenvolvimento de outros países, inclusive aqui bem perto de nós como é o caso da Venezuela, Nicarágua, Equador e outros, estes senhores não se rendem e continuam mantendo o Brasil na masmorra liberal.
Estamos a pouco mais de dois meses de uma eleição e pouca gente sequer sabe que vai haver eleições no Brasil. Sem falar dos candidatos que em sua grande maioria está comprometida com este sistema eleitoral armado pela "CIA" e pelo Pentágo SIMno". 
De todos esses candidatos, somente uns dois, que não vou aqui mencionar, estão em condições de libertar o Brasil. Prestem bem atenção durante a campanha no rádio, televisão, jornais e internet, que vocês irão conhecê-los, pois serão os mais atacados e minimizados em suas propostas!               
Se você ama este país  e pensa no futuro de seus filhos e netos, procure mais informações na Internet sobre todos os candidatos, tanto para o Congresso como para o Executivo. Eu particularmente perguntaria à mesma, quem votou sim naquele fatídico 31 de agosto de 2016 e lhes  daria um fatídico NÃO no próximo 7 de outubro de 2018!!!